Conheça as três linhas de financiamento da Caixa.

 Segundo levantamento do portal Credihome, especializado em comparação de taxas do segmento, em quatro anos os juros médios dos financiamentos dentro do sistema financeiro de habitação (SFH) recuaram cerca de cinco pontos percentuais, de 12% ao ano para 7%.

O que no final significa um alívio para o bolso de 31%, em média, no peso do financiamento.

Para que você possa ter uma ideia mais clara disso, de acordo com uma simulação do Credihome, em 2016, para financiar 80% de um imóvel avaliado em R$ 500 mil, uma família teria, com os juros do empréstimo mais outros gastos, como seguros, um custo efetivo total (CET) de 13,28% em média.

No final, a prestação alcançaria pouco mais de R$ 5 mil, o que exigiria uma renda mensal de R$ 16,8 mil.

Acontece que em julho deste ano (2020), o CET desses mesmos R$ 400 mil que a família teria de emprestar caiu para 7,75%.

Ou seja, a prestação teve um recuo para R$ 3,5 mil e a renda necessária reduziu-se a R$ 11,5 mil.

Também segundo resultados preliminares da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) referentes a 2017 e 2018, menos de 6,6% das 69 milhões de famílias no país poderiam acessar um financiamento de R$ 400 mil com CET de 13,28%.

Tal percentual representa os grupos com renda acima de R$ 14,3 mil.

Neste caso, quando temos um recuo no custo efetivo de 5,53 pontos percentuais, na realidade atual, o total de famílias com capacidade de assumir o mesmo financiamento dobra, sai de menos de 6,6% para 13%.

E isso acontece porque com a queda da prestação, mais 4,4 milhões de famílias passam a preencher as condições de comprometimento máximo de 30% do rendimento total, de acordo com os dados da POF.

Segundo o fundador e CEO da Credihome, Bruno Gama:

“Uma família com renda de R$ 5 mil não podia tomar um financiamento de R$ 200 mil em 2016 e hoje pode. Isso gera impacto em todas as classes sociais”.

Além disso, segundo o diretor de negócios imobiliários do Santander, Sandro Gamba, “cada ponto percentual de redução aumenta em torno de 8% a 10% a capacidade do cliente de tomar crédito imobiliário”.

 

Como será a retomada efetiva do mercado? 

Juro baixo estimula a investimento em imóveis. 

 Apesar dos juros baixos, segundo a maioria dos especialistas, a retomada efetiva do mercado vai depender de como vai evoluir a questão do emprego e da confiança dos consumidores.

Os juros baixos realmente têm ajudado não só a conter o impacto da paralisação relacionada à pandemia, como tem mantido elevado o interesse das famílias por imóveis.

Na opinião do CEO da Credihome, Bruno Gama, por exemplo, as taxas de crédito imobiliário atuais já estão perto do piso, mas ele acredita que “há espaço para mais algum recuo para um nível em torno de 6,5%”

 Isso após a redução de incertezas relacionadas à pandemia e à retomada do crescimento.

Outro que também enxerga possibilidade de as taxas cobradas pelos bancos no financiamento habitacional recuarem mais em relação ao atual nível é o CEO da plataforma de comparação e contração de crédito imobiliário Melhor Taxa, Rafael Sasso:

“A taxa vai cair, não tem saída. Apesar de ter praticamente só cinco bancos atuando no crédito imobiliário, a concorrência entre eles está apertando.”

Além disso, na avaliação do diretor de crédito imobiliário do Bradesco, Romero Gomes de Albuquerque, no curto prazo, “a taxa de juros na mínima tem superado, como catalisador, a questão do desemprego”.

Porém, uma retomada efetiva do mercado vai depender de como vai evoluir a questão do emprego e da confiança dos consumidores.

“Dependendo de como a gente sair da pandemia, a questão da confiança e do emprego pode bater no mercado imobiliário de maneira positiva ou negativa”, afirma Albuquerque.

O mercado imobiliário está realmente interessado, buscando desconto na pandemia para revender daqui a alguns anos, estamos tendo um movimento de alocação como investimento em renda através de aluguel.

Por isso, podemos dizer que este é um movimento realmente forte que acabou minimizando os impactos da pandemia.

No momento, o que podemos concluir é que a busca por crédito imobiliário bateu recorde e agora estamos entrando em um outro tipo de trajetória no médio e longo prazo.

Imóvel pode ser utilizado como garantia de empréstimo. 

 Conclusão

 E aí? O que achou do artigo? Gostou das dicas e informações? 

Todas as informações citadas pertencem ao Portal Grupo Econômico, resumidas e adaptadas pela Equipe Tripolli. 

E conforme você pode verificar durante a leitura do artigo, o custo de financiar a compra da casa própria nunca esteve tão favorável, e é isso que explica boa parte da alta de cerca de 29% nas concessões no semestre.

Isso sem a necessidade de considerarmos as linhas emergenciais criadas na atual crise, o crédito imobiliário hoje exibe a menor taxa do mercado entre todos os tipos de empréstimos.

E além disso, após a pandemia, as taxas podem cair ainda mais, segundo especialistas.

Ou seja, segundo a maioria dos especialistas, este é o momento considerado ideal para você realizar o sonho da casa própria.

Claro, o momento pode exigir um pouco de cautela, afinal, a opção de morar e investir sem dúvida estão entre as mais importantes decisões das nossas vidas.

No entanto, não se preocupe, nesse momento você poderá contar com a nossa ajuda.

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 Qualquer coisa, é só entrar em contato 🙂

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